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Publicacões : Biopoder e educação. Entrevista especial com Rejane Ramos Klein
Enviado por rogeriolara em 12/06/2010 19:57:57 (85 leituras)


Por: Redação IHU


O Conselho Nacional de Educação lançou uma proposta que prevê que, nos três primeiros anos escolares, não haja reprovação. Mesmo que o projeto não tenha sido homologado ainda, gerou um grande debate em torno do tema. Para a doutora em educação, Rejane Ramos Klein, essa resolução é fruto de um movimento que vem ocorrendo principalmente nos países considerados mais pobres onde o número de alunos reprovados é bastante alto. Segundo ela, “a reprovação escolar poderia ser entendida como uma estratégia que conta com um conjunto de táticas didáticas que, ao operarem sobre os indivíduos, objetivam reverter a situação de não aprendizagem de alguns, mas que coloca todos sob a ameaça da repetência, mesmo aqueles considerados aprendentes”.

Na entrevista a seguir, concedida, por email, Rejane analisa tanto o projeto quanto as diversas medidas disciplinadoras no meio da educação. Ela também reflete sobre a atuação da biopolítica e do biopoder nesta área. “As políticas educacionais, por exemplo, podem ser analisadas como ações voltadas para a população, que se utilizam de racionalidades, estratégias e técnicas como instrumentos para dirigir as condutas individuais e coletivas”, disse.

Rejane Ramos Klein é graduada em pedagogia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, onde também fez o mestrado e o doutorado em Educação. Atualmente, é professora na Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr. Antônio Bemfica Filho, em São Leopoldo (RS), e na especialização da Unisinos.

Confira a entrevista.

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Publicacões : Tabalho análogo às condições da escravidão campeia no Mato Grosso
Enviado por rogeriolara em 11/05/2010 15:34:20 (97 leituras)

Este Mapa de conflitos envolvendo injustiça ambiental e Saúde no Brasil é resultado de um projeto desenvolvido em conjunto pela Fiocruz e pela Fase, com o apoio do Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde. Seu objetivo maior é, a partir de um mapeamento inicial, apoiar a luta de inúmeras populações e grupos atingidos/as em seus territórios por projetos e políticas baseadas numa visão de desenvolvimento considerada insustentável e prejudicial à saúde por tais populações, bem como movimentos sociais e ambientalistas parceiros.

Síntese do Conflito

A agricultura é hoje o principal setor da economia mato-grossense e representa aproximadamente 41% do PIB do Estado. A produção de soja e algodão se destaca entre os produtos vegetais, mas a alta produtividade é ainda baseada no uso intensivo de agrotóxicos, e no emprego de técnicas que aos poucos vão sendo apropriados também pelos produtores familiares: mecanização do plantio e da colheita, emprego de tecnologias de aprimoramento genético e de correção do solo. A participação da agricultura familiar, de acordo com o censo agropecuário de 2006, recém publicado, demonstra que, em matéria de produtividade, os estabelecimentos da agricultura familiar estão ultrapassando o chamado agronegócio no Brasil.

Mesmo ocupando 25% da área ocupada pela agropecuária nacional, os produtores familiares ocupam 75% da população que trabalha no setor – isto é, mais de 13 milhões de pessoas, enquanto a agricultura não familiar ocupa pouco mais de quatro milhões de brasileiros. Para se ter uma ideia, para cada 100 hectares de terras exploradas pela agricultura familiar, a taxa de ocupação é de 15,3 pessoas, enquanto na agricultura não familiar a mesma área ocupa 1,7 pessoa. No caso específico do Mato Grosso, o censo identifica um total de 215 mil pessoas ocupadas na agricultura familiar, enquanto na agricultura não familiar este número é de 143 mil. Enquanto 86 mil estabelecimentos familiares ocupam cerca de 5 milhões de hectares no Mato Grosso, os 27 mil estabelecimentos não familiares ocupam quase 43 milhões de hectares. A produção de animais de grande porte, horticultura, extração vegetal e avicultura dos pequenos produtores mato-grossenses é superior à dos grandes produtores.

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Publicacões : A privatização da água nega o direito humano de ter acesso a ela
Enviado por rogeriolara em 29/03/2010 11:47:34 (117 leituras)


Por: Redação IHU

Na entrevista a seguir, concedida, por e-mail, Riccardo Petrella italiano radicado na Bélgica, analisa o problema da água no mundo. Antes de refletir sobre a “crise da água”, ele enfatiza que “a rarefação da água, da qual atualmente todo o mundo não para de falar, não é uma rarefação da quantidade de água em si, isso porque a quantidade de água doce que temos hoje é a mesma de 200 milhões de anos atrás. A rarefação é antes uma rarefação da qualidade de água para usos humanos em condições técnicas, econômicas e sócio/políticas ‘abordáveis’ e aceitáveis’”, disse.

Além da questão da qualidade da água, Petrella refletiu sobre problemas como a privatização da água, saneamento básico e Copenhague. “O direito à água para todos se confirma não ser uma prioridade principal das classes dirigentes mundiais. Sua prioridade é saber quem vai ganhar, no decurso dos próximos 15 anos, a batalha para a conquista e a supremacia do mercado de um bilhão de novos carros ‘verdes’, bem como aquela das novas moradias ‘verdes’”, afirmou.

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Publicacões : OPINIÃO
Enviado por rogeriolara em 04/12/2009 14:42:16 (96 leituras)


Por: *Marla Leci Weihs

Com três anos de vivência em Alta Floresta, como mãe, cidadã, pesquisadora e conhecida “professora da UNEMAT”, paro por alguns minutos minha atividade rotineira para dialogar com você sobre meu ponto de vista em relação à resposta da universidade às problemáticas sociais e ambientais da região.

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Publicacões : Apiacás Agricultura Familiar – Um resgate à cultura do feijão.
 Enviado por rogeriolara em 10/09/2009 10:57:08 (174 leituras)

A cidade de Apiacás, extremo norte de Mato Grosso, teve transformada, seus limites territoriais em area de abrangencia do Parque Nacional Juruena, uma das maiores areas de conservação do mundo em biodiversidade. As alternativas como turismo e agricultura familiar, constituem um leque de investimentos certeiros para os empreendendores bem avisados.

E neste esforço coletivo, trazendo em primeira mão o resultado de um projeto que promete ser uma grande alavanca as comunidades rurais, onde a aplicação de tecnica aliada a tecnologia trouxe respostas definitivas aos velhos e contemporrâneos modos e meios produtivos. O projeto “Apiacás Agricultura Familiar” tem por objetivo:

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